sexta-feira, fevereiro 16, 2007

À procura da felicidade


Alguém já viu esse filme? Eu vi, chorei e achei lindo. Não deixem de ver, realmente vale a pena.

Pra quem acha que o Will Smith é apenas um comediante, pode acreditar, ele é muito mais do que isso. Fez um trabalho maravilhoso, acompanhado por menininho talentosíssimo.

O enredo é uma história real, que conta como um cara que tava na merda conseguiu vencer na vida. Abandonado pela mulher, um filho para criar, despejado, fazendo um estágio não remunerado, dormindo no banheiro da estação de trem, atropelado, preocupado que na creche do filho eles escrevem “happyness”. E, apesar de tudo isso, ele conseguiu um emprego disputadíssimo e deu a volta por cima.

O melhor do filme é que o cara não é retratado como um super-herói. Tudo o que acontece com ele é perfeitamente possível. E é aí que a gente começa a pensar na nossa busca.

Aposto que nem eu nem quem está lendo esse texto vai passar por tantas dificuldades como o cara do filme. E aí? Por que será que a gente reclama tanto? Talvez a nossa felicidade nem precise ser procurada, mas sim percebida.

Percebam a felicidade que existe na vida de vocês e dêem valor a ela. Não sofram muito, não dramatizem muito, não se preocupem muito, não desistam nunca... Nem se vocês forem atropelados: o cara levantou do chão e correu pra não se atrasar pro trabalho.

quarta-feira, fevereiro 14, 2007

Corpo em ócio, mente em ócio


Como no capítulo anterior, eu continuo sem nada pra fazer. Mas graças as minhas duas vítimas preferidas ( a Bibi e meu Amorzão) meus dias estão passando mais rápidos. Ela me leva no shopping, ele me leva no cinema, ela me leva pra comprar sapato, ele me leva pra comer pastel e eu levo os dois pra fazer tatuagens.

O fato que importa aqui é que minha cabeça também anda vazia. Não consigo pensar em nada de bom nem de útil pra escrever aqui... Tá, eu tenho algumas idéias, mas a preguiça impede meu cérebro de elaborar meus pensamentos de uma maneira interessante para publicá-las aqui.

Esse texto foi apenas duas desculpas: uma por não escrever desde o dia 8 e outra porque vou demorar mais alguns dias até me inspirar para escrever alguma coisa que realmente preste. Aguardem e me desculpem.

quinta-feira, fevereiro 08, 2007

Que coisa!


Olha só eu no meio das minhas férias sem nada pra fazer. Que coisa tão séria!! Por que eu não consigo me acostumar com a idéia de que ficar sem fazer nada é bom e que, caso eu esteja achando ruim, eu tenho que inventar alguma coisa?


Eu já comecei a fazer mantas, já fiz duas. Agora tô tentando fazer um bolerinho, mas eu enjoo e fico com dor na mão. Daí invento outra coisa: arrumar as fotos. Já arrumei as fotos da Cidade do Cabo, as da Alemanha e tooodas as do ballet (19 anos de fotos acumuladas), mas agora já organizei todas e o que vou fazer?


Vou namorar com o pobre do meu amor que não me aguenta mais grudada nele (na verdade ele nunca me disse isso). Vou fazer qualquer coisa com a Bibi, que já não tem mais assunto comigo (gargalhadas, até parece). Vou ficar falando "Mãe, oh mãe, manhê, mãezinha..." até ela se irritar e me fazer rir até chorar. Vou ficar incomodando meu pai, pq o time campeão do mundo dele não consegue ganhar do Juventude.


Mas a minha melhor opção ultimamente é ficar na cama dizendo "Aaaaaiiiiii, tô me afundando num mar de preguiça." Talvez essa seja a frase não só da semana, mas do mês todo.

quarta-feira, fevereiro 07, 2007

A família dinossauro


Se eu tivesse irmãos, essa seria a foto perfeita da minha família. Querem saber o porquê? Porque nossa internet ainda é discada.

Quando tive que fazer meu trabalho de conclusão, fiz todo ele num caderno e só depois de pronto que digitei. Eu sei, isso é coisa do outro século, mas que culpa tenho eu se sou como o Erico Verissimo que adorava uma máquina de escrever?

Raramento consigo escrever um texto direto no computador. As linhas em branco de uma folha de caderno me tornam muito mais criativa do que a tela do PC. Mas internet discada, ninguém merece!!!!!!!!!!!

Toda noite é uma luta. Aquele barulhinho começa e durante minutos fico ouvindo "iiiiiiihhhhhs" e "ããããããhhhhhs" infindáveis, até surgir na tela "Erro 268...". Eu até já decorei todos os números dos erros existentes por aqui.

Mas não a de for nada, brevemente eu me minha mãezona vamos nos lembrar de ligar pra algum provedor e providenciar uma banda larga. O problema é que eu e ela só lembramos do problema quando vemos a telinha "Erro 268..."

sexta-feira, fevereiro 02, 2007

Minha aulinha africana

Minha turma era composta por nove pessoas completamente diferentes e a mistura quase deu certo. Começemos pelo teacher...

- Teacher Andrew: canadense apaixonado pelo Brasil, além de visitar nosso querido país também passou pela França. Em seu país de origem dá aulas de espanhol e ainda fala francês.

- Bárbara: alemã do antigo lado Ocidental, passava dias chocada por ter visto mendigos nas ruas e porque a gramática inglesa é muito complicada (!)

- George: alemão do antigo lado Oriental. ótimo colega, com um sutaque alemão de matar.

- Jun: da Coréia do Norte, era o coreano que menos se jogava na piscina. Era o mais simpático dos olhinhos puxados.

- Sun: da Coréia do Sul, era a cara do menino do desenho "Mansão Foster para amigos imaginários". Tinha tanto sutaque que nem o teacher entendia o que ele falava.

- Euginne: da Coréia do Sul, todas as aulas ela nos contava que tinha ficado bêbada na noite anterior. Eu dei a idéia de ligar pra mãe dela, antes que ela entrasse em coma alcoolica.

- Renata: austríaca enlouquecidamente perua. Falava muito alto, com muitos gestos e com muito sutaque.

- Tim: o russo terrorista. Muuuuuito antipático, me perseguiu durante as duas semanas que estive me aula.

Nossas aulas eram muito divertidas graças ao nosso professor. Cada coisa que acontecia na aula ele lembrava de um episódio dos Simpsons e até interpretou um pequeno diálogo do filme "Rambo".

O que eu vou sentir falta são das minhas aulas. Poder ouvir coisas da história de países como Alemanha, Coréia e Rússia de seus próprios habitantes é muito melhor do que aula de história do colégio. Como eu sempre digo: como a gente aprende coisa nessa vida!!!