segunda-feira, dezembro 31, 2007

2007


Sou uma pessoa cada vez mais estranha: não gosto de queijo, nem de pizza, não gosto de cerveja, nem de praia e, nos últimos anos percebi, não gosto de natal, nem de ano novo. Gostaria de hibernar nessa época, dormir no dia 22 de dezembro e acordar dia 02 de janeiro. Fugiria das lãs, do corre-corre, dos especiais da Xuxa e do Roberto Carlos, dos fogos de artifício e do Show da Virada.

Por causa desse mau-humor natalino, não sou adepta a fazer listas de promessas para o ano que chega, nem tentar emagrecer ou parar de fumar (Ah! Eu não fumo). Mas, olhando para trás, tenho que admitir que meu 2007 foi especial. Até as coisas ruins que aconteceram me fizeram bem.

Desde a viagem para África do Sul, passando por um tempo de coração angustiado e quase partido, até um festival do meu grupo de dança, tudo valeu a pena. Incrível como, realmente, tudo que acontece com a gente passa nos marcando de alguma maneira. Nesse ano aprendi a ser menos preconceituosa, mais paciente, menos raivosa, mais solidária, mais segura, menos disponível e mais feliz.

E pesando bem, adoro ser uma pessoa estranha!

1 coisas de vocês:

Fabrícia Reginato disse...

E eu adoro essa pessoa estranha que tu é!

Feliz continuação dos últimos dias de 2007 pra tiiiiii!

Bjuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu